A Folha Política.org acompanhou o pronunciamento do chefe do Estado-Maior das Forças Armadas dos Estados Unidos sobre o recente ataque ocorrido em Olho.
Durante a transmissão ao vivo, o chefe militar fez fortes críticas à imprensa, acusando-a de distorcer os fatos, de vazar informações sigilosas e de sabotar a compreensão pública sobre as ações militares dos EUA no Irã. Ele afirmou que nunca foi pressionado a dizer ou fazer algo sem fundamentos, destacando que suas falas são respaldadas por fontes confiáveis.
Segundo ele, todas as munições iranianas foram destruídas no ataque, informação confirmada por canais oficiais. No entanto, ele acusa a imprensa de esconder a complexidade da missão e de apenas noticiar críticas — muitas delas, segundo ele, infundadas e movidas por interesses políticos.
O militar também declarou que a ONU “não é amiga dos Estados Unidos nem de Israel”, sugerindo que o órgão internacional adota postura parcial diante de conflitos envolvendo esses países.
Ele reforçou que o presidente Donald Trump foi o único capaz de estabilizar a economia americana e, ao mesmo tempo, encontrar uma forma de encerrar a guerra com o Irã ao neutralizar sua capacidade nuclear. No entanto, disse que a imprensa ignora conquistas históricas, como o crescimento recorde do PIB, preferindo buscar escândalos e alimentar uma narrativa negativa contra o governo.
Sobre a avaliação do impacto do ataque, o chefe relatou que houve uma análise feita cerca de um dia e meio após a ação, mas que não foi precisa por não ter sido coordenada com os serviços de inteligência. De acordo com ele, a imprensa baseou-se em suposições e informações vazadas, o que distorceu os fatos e levou parte da opinião pública a acreditar que a missão havia fracassado — o que ele nega com veemência.
Um dos momentos mais tensos foi quando uma jornalista perguntou por que as mulheres envolvidas na operação não haviam sido reconhecidas. Visivelmente incomodado, o chefe respondeu que o presidente havia mencionado uma piloto em discurso anterior e voltou a criticar a imprensa, dizendo que “isso é o que vocês fazem: criticar, criticar sem parar.”
Em suas palavras finais, ele classificou a cobertura midiática como manipulada por motivações políticas, e responsabilizou diretamente a imprensa por enfraquecer o impacto positivo da operação. Segundo ele, a missão foi um sucesso militar histórico — mas isso “não foi informado ao povo americano da maneira que deveria”.
A foto publicada pela Folha Política também informa que toda a renda do veículo foi confiscada pelo TSE.
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